terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Tesouro do dragão - O escudo negro do cavaleiro


Salve meus caros manolos! Hoje inaugurando a coluna tesouro do dragão, onde trarei ideia de itens mágicos para aprimorar suas campanhas, as matérias serão multissistema (D&D 3e, Mighty Blade e 3D&T; talvez depois eu faça para mais sistemas). Bom, vamos ao item de hoje.


Até onde você iria para defender aqueles que ama? Conta-se de um cavaleiro que amava seu povo acima da própria vida. A guerra veio, um exército invasor sitiou a cidade. Perdendo a batalha o cavaleiro fez o impensável, apelou para uma entidade maléfica e esquecida no tempo. O cavaleiro pediu por um modo de defender a sua gente. Em resposta a sua súplica a criatura de pesadelo lhe deu um escudo, um escudo de coloração ébano e fosca, com a efigie de uma espada prateada gravada em sua superfície. Munido deste aparato o cavaleiro vestiu sua armadura, apanhou sua espada e foi sozinho de encontro as hordas inimigas. Eles riram quando o cavaleiro passou desacompanhado pelos portões da muralha. Uma chuva de flechas foi lançada contra ele; nenhuma das hastes mortais o tocou. Resoluto o cavaleiro avançou, seu brado de batalha pode ser ouvido até a ultima das fileiras inimigas e mesmo por debaixo de seu elmo podia-se sentir o cavaleiro como a verdadeira encarnação da fúria. Como um trovão de aço caiu, destroçando a infantaria e abrindo caminho por entre os mortos até o general. Movia seu escudo com tal habilidade que as laminas não conseguiam atingi-lo, nem as flechas tocá-lo. Uma luta mortal se descortinou entre o cavaleiro e o general. A espada bastarda cortou o ar; o General caiu; a dor se abateu; o cavaleiro caiu. Vendo o sacrifício heróico do cavaleiro os poucos soldados que ainda restavam na cidade inflamaram seu corações de coragem e avançaram, se aproveitando do fato de o cavaleiro ter aberto uma enorme brecha nas linhas inimigas, eles dividiram os inimigos em dois grupos separados acabando assim com eles. O cavaleiro foi enterrado com glórias de herói e uma estátua foi esculpida em sua homenagem. Mas, o seu escudo sumiu no meio da confusão do final da batalha, talvez hoje em dia ele possa ser encontrado no braço de algum guerreiro, ou quem sabe em alguma cripta sinistra.

MECÂNICA
O escudo fornece um bônus de defesa igual ao dobro de um escudo pesado/grande feito de metal (A+2 em 3D&T) e tem o mesmo peso. Quando não está sendo usado ele fica em preso magicamente ao corpo do usuário e não pesa nem pode ser afetado por magias. Com um pensamento o usuário conjura o escudo que sai de dentro de seu braço e fica preso diretamente aos seus músculos causando uma dor terrível. A cada turno o usuário sofre dano igual a: 1d6+2 (D&D, d20), 10 (Mighty Blade) ou 1d6-2 (3D&T). Depois de usar o escudo o braço do usuário fica inutilizado por uma hora.

PS: não esqueçam de comentar o que acharam povo, para o bem e para o mal.

3 comentários:

  1. faltam duzias de estatisticas para todos os sistemas

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  2. Olá Fernando, bom saber que você lê meu blog. Sim, por um lado você está certo, faltam alguns detalhes mecânicos, mas é exagero você dizer que são dúzias. Além disso todo o essencial está ai. Mas façamos melhor, diga o que falta que eu posso dar uma melhorada, é para isso que comentários servem afinal. Fechado Fernando?

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  3. Um item interessante. Só acho que o dano sofrido em D&D/d20 é um tanto pesado. Eu particularmente usaria um valor fixo a cada rodada. Quanto à inutilização, eu trocaria por outra regra: a cada combate sucessivo, o personagem sofre dano dobrado a cada rodada em que usar o escudo.

    Excelente trabalho. Continue assim!

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